VEREADOR CRITICA CIRCULAR DA CCB E CHAMA DE DOCUMENTO HOMOFÓBICO-VEJA VÍDEO

 VEREADOR CRITICA CIRCULAR DA CCB E CHAMA DE DOCUMENTO HOMOFÓBICO - VEJA VÍDEO

VEREADOR CRITICA CIRCULAR DA CCB E CHAMA DE DOCUMENTO HOMOFÓBICO-VEJA VÍDEO


A POSTAGEM DO VEREADOR - Leonel Camasão - VEREADOR DE FLORIANÓPOLIS - SC

"🚨 ABSURDO! Nosso mandato recebeu denúncias de que a Congregação Cristã no Brasil (CCB) criou e divulgou nas últimas semanas uma circular destinada a seus fiéis com o tópico “política”, onde orienta os membros da igreja a não votarem em candidatos ou partidos cujos programas de governo sejam contrários aos “valores cristãos” ou que proponham a “desconstrução da família tradicional”.


Ao definir o modelo bíblico de família estritamente como o casamento entre homem e mulher - o que está mencionado textualmente nesta circular - a instituição posiciona-se de forma direta contra pautas de diversidade e direitos da comunidade LGBTIA+, influenciando o comportamento eleitoral de sua base religiosa a partir de critérios doutrinários, em posição absolutamente LGBTfóbica.


Não vamos aceitar que haja discriminação, mesmo que baseadas numa suposta “fé”, na nossa cidade e no nosso estado. A sociedade precisa respeitar nossas famílias, que EXISTEM e RESISTEM - quer algumas igrejas queiram, quer não."


Com base em informações recentes (abril de 2026), mandatos parlamentares têm recebido denúncias e criticado orientações internas da Congregação Cristã no Brasil (CCB), classificando conteúdos de circulares como discriminatórios.

As Críticas: Denúncias indicam que materiais emitidos pela CCB, especificamente com orientações sobre comportamentos, seriam "homofóbicos" e estariam promovendo a exclusão de membros LGBTQIAPN+.

Contexto Recente: Em abril de 2026, surgiram alertas nas redes sociais sobre o impacto de circulares da instituição, chamando a atenção de mandatos voltados para a defesa de direitos humanos.

O posicionamento da CCB: A instituição, em seu Estatuto, afirma ser apolítica e sem distinção de raça ou cor, baseando-se na doutrina apostólica.

É importante destacar que, recentemente, a Justiça brasileira tem condenado agentes públicos por atitudes homofóbicas disfarçadas de liberdade religiosa ou recusa em apoiar pautas LGBTQIAPN+, como o caso de um vereador no litoral de São Paulo condenado em agosto de 2025.

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