VEREADOR CRITICA CIRCULAR DA CCB E CHAMA DE DOCUMENTO HOMOFÓBICO - VEJA VÍDEO
A POSTAGEM DO VEREADOR - Leonel Camasão - VEREADOR DE FLORIANÓPOLIS - SC
Ao definir o modelo bíblico de família estritamente como o casamento entre homem e mulher - o que está mencionado textualmente nesta circular - a instituição posiciona-se de forma direta contra pautas de diversidade e direitos da comunidade LGBTIA+, influenciando o comportamento eleitoral de sua base religiosa a partir de critérios doutrinários, em posição absolutamente LGBTfóbica.
Não vamos aceitar que haja discriminação, mesmo que baseadas numa suposta “fé”, na nossa cidade e no nosso estado. A sociedade precisa respeitar nossas famílias, que EXISTEM e RESISTEM - quer algumas igrejas queiram, quer não."
Com base em informações recentes (abril de 2026), mandatos parlamentares têm recebido denúncias e criticado orientações internas da Congregação Cristã no Brasil (CCB), classificando conteúdos de circulares como discriminatórios.
As Críticas: Denúncias indicam que materiais emitidos pela CCB, especificamente com orientações sobre comportamentos, seriam "homofóbicos" e estariam promovendo a exclusão de membros LGBTQIAPN+.
Contexto Recente: Em abril de 2026, surgiram alertas nas redes sociais sobre o impacto de circulares da instituição, chamando a atenção de mandatos voltados para a defesa de direitos humanos.
O posicionamento da CCB: A instituição, em seu Estatuto, afirma ser apolítica e sem distinção de raça ou cor, baseando-se na doutrina apostólica.
É importante destacar que, recentemente, a Justiça brasileira tem condenado agentes públicos por atitudes homofóbicas disfarçadas de liberdade religiosa ou recusa em apoiar pautas LGBTQIAPN+, como o caso de um vereador no litoral de São Paulo condenado em agosto de 2025.
VEJA VÍDEO:
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