ATENÇÃO COM OS RECÉM BATIZADOS E MINISTÉRIO
ENSINAMENTOS 2026 CCB
SÃO PAULO –
1. MAIS 1 (UM) COOPERADOR DO OFÍCIO MINISTERIAL OU MAIS 1 (UM) COOPERADOR DE JOVENS E MENORES OU MAIS 1 (UM) ENCARREGADO LOCAL DE ORQUESTRA
Nas Congregações onde os irmãos que, ocupam os ministérios e ou cargos acima referenciados, estiverem sem condições de continuar no atendimento de tal compromisso, seja por motivo de enfermidade, física ou psíquica, idade avançada, ou qualquer outro motivo justificável, poderá ser apresentado na RRM – Reunião Regional Ministerial, mais um irmão para o ministério ou cargo ao qual se destina, conforme os procedimentos normais de considerações e oração nas reuniões competentes, com a apresentação na casa de oração em questão.
Para essas apresentações requer-se a comunhão do irmão atual e, se necessário, o conhecimento da família.
O irmão recém apresentado deverá sempre honrar o irmão que já ocupava anteriormente o ministério ou cargo. Para os casos de irmãos Cooperadores do Ofício Ministerial e Cooperadores de Jovens e Menores, constarão os nomes de ambos no Relatório.
* 2. CARTAS ANÔNIMAS, E-MAILS E MENSAGENS ESCRITAS OU DE ÁUDIO COM REMETENTE
NÃO IDENTIFICÁVEL E OUTRAS MENSAGENS ELETRÔNICAS – Complementação do Tópico 06, de 2014
Cartas anônimas, e-mails e mensagens, escritas ou de áudios, sem remetente identificável, e mensagens através de meios eletrônicos não identificadas, não merecem nossa atenção e devem ser prontamente descartadas.
Todas as comunicações devem ter procedência, assinatura, endereço e número de telefones de quem as enviam. Eventualmente podemos receber correspondências com essas informações, todavia fictícias, o que caracteriza falsidade ideológica.
Portanto, quaisquer mensagens anônimas, ou contendo dados do rementente falsificados, devem ser inutilizadas, não se deve dar atenção a elas.
3. HINOS ESPECÍFICOS PARA OS SERVIÇOS DE BATISMOS E SANTAS CEIAS – PALAVRAS A
SEREM DITAS NESSES SERVIÇOS – Complementação do Documento 131, de 2023
Orientamos aos irmãos Anciães que procurem obter o novo documento, que será publicado logo após o encerramento das Reuniões Gerais de Ensinamentos de 2025, pois o mesmo foi complementado com instruções necessárias, conforme segue:
3.1. TEXTO A SER LIDO PERANTE A IRMANDADE AO TÉRMINO DA PALAVRA E DO BATISMO
Conforme escrito em Atos dos Apóstolos capítulos 15:28/29, 16:4 e 21:25, nós cremos na necessidade de nos abster das coisas sacrificadas aos ídolos, que são coisas oferecidas em rituais religiosos idólatras, as quais não devemos comer nem usar objetos em nossa casa ou de uso pessoal procedentes desses rituais.
Não devemos comer o sangue de animais, nem alimentos feitos com sangue.
Não devemos comer carne de animais que são sufocados, isto é, que foram mortos, e ainda estão com o sangue nos seus corpos.
Não podemos cometer a fornicação, a qual é toda conjunção carnal entre solteiros, viúvos, divorciados ou fora do único modelo de casamento instituído por Deus que é entre homem e mulher, conforme a Lei Civil.
Também não devem ser batizadas crianças menores de 12 anos, a não ser que tenham recebido o dom de novas línguas e com a anuência dos pais ou responsáveis.
3.2. ESCLARECIMENTO SOBRE AS PALAVRAS A SEREM DITAS QUANDO DO SACRAMENTO DO BATISMO
As palavras ditas para o sacramento do batismo, com uma das mãos imposta sobre a cabeça do irmão(ã) devem ser: “Irmão – ou Irmã, Em Nome de Jesus Cristo te batizo; Em Nome do Pai, E do Filho, E do Espírito Santo”.
Esclarecemos que a razão pela qual pronunciamos “Em Nome de Jesus Cristo”, é por ter sido Este, o verdadeiro homem que morreu em nosso lugar. E, em seguida dizemos “...E do Filho”, porque confessamos o Verbo, sendo Ele, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, portanto, o verdadeiro Deus e o verdadeiro homem.
3.3. ENCARTE COM TABELA DE HINOS ESPECÍFICOS E TEXTOS ORIENTATIVOS PARA BATISMOS E SANTAS CEIAS
O documento acima referenciado será publicado em nosso site, na área restrita, com QRcode específico, e deverá estar disponível nas tribunas das casas de oração, principalmente nos dias dos serviços aos quais se destinam.
* 4. EBI – ESPAÇO BÍBLICO INFANTIL
A partir desta Reunião Geral de Ensinamentos, fica oficializado o EBI – Espaço Bíblico Infantil, onde será realizada a Reunião de Crianças, anexo às casas de oração, enquanto acontecem os Cultos oficiais, para a irmandade.
Manuais serão disponibilizados em nosso site, tanto para os irmãos do Ministério, como para as irmãs Colaboradoras nos referidos Espaços; também orientações técnicas para formação das Colaboradoras e adequação de espaços existentes e em projetos de novas construções, quando necessário.
* 5. ATENÇÃO COM OS RECÉM BATIZADOS
Nos locais onde há tanque de batismo é necessário que nos dias que houver batismo, haja um irmão do lado dos irmãos e uma irmã do lado das irmãs, treinados para dar atenção aos que irão ser batizados, ou mesmo após serem batizados, para que, posteriormente, sejam visitados pelo Ministério da casa de oração onde farão suas comum Congregação.
Aos recém batizados deve-se orientar a que frequentem a casa de oração mais próxima à sua residência. Essa será sua comum Congregação.
O ministério local deve ter conhecimento das pessoas novas na Graça, ajudando-as a compreender o Evangelho, orientando-as quanto aos dias e horários de Cultos.
Onde houver pessoas que frequentam os Cultos e ainda não foram batizadas, recomenda-se que, o Ancião ou o Cooperador do Ofício Ministerial, chame essas pessoas após algum Culto e converse com elas, para ver se há dúvidas sobre a Graça e esclarecer, pois, muitos, após esses esclarecimentos, poderão solicitar o batismo.
Se houver um número grande de pessoas interessadas, pode-se marcar um dia que não haja Culto para ouvi-las e esclarecê-las. Isto facilita as pessoas em compreenderem melhor a salvação.
6. PRUDÊNCIA NA APRESENTAÇÃO DE NOVOS OBREIROS – Complementação da Circular 189, de 2024 – Requisitos Bíblicos para a Escolha Ministerial
A prudência é um princípio essencial em todos os aspectos da vida, mas é especialmente crucial quando se trata da apresentação de novos obreiros.
Não basta apenas a prudência; é necessário também um profundo conhecimento do irmão a ser apresentado, de modo que qualquer consideração sobre sua pessoa seja fundamentada e não apenas uma suposição, sendo de vital importância observar se o referido irmão possui as virtudes requeridas para o Presbitério, conforme consta no capítulo 3, da 1ª Epístola a Timóteo.
Aquele que afirma haver qualidades ou defeitos pessoais no citado irmão, sem ter pleno conhecimento de sua vida e caráter, age de forma insensata, desconsiderando a sabedoria divina.
Assumir um compromisso, apresentando alguém para o ministério, sem pleno conhecimento de sua vida e caráter, é um grave risco. Torna-se uma forma de conivência imprudente que pode comprometer quem o faz.
Reiteramos, portanto, que ao apresentarmos novos obreiros, a escolha seja guiada pela sabedoria divina, fundamentada em conhecimento e discernimento, para que o ministério seja fortalecido e a obra de Deus avance com integridade e verdade.
* 7. VÍCIO EM COMUNICAÇÕES
As pessoas que possuem esse vício sentem necessidade de receber e transmitir notícias, mesmo sendo falsas.
O poder maligno de nosso adversário se manifesta claramente sobre aqueles que são veículos de transmissão de males entre a irmandade.
Esse fermento contamina o povo que ouve ou lê essas notícias, rouba-lhe a paz impedindo a perfeita comunhão com Deus, difama, mancha a honra, promove inimizades entre o povo, desfaz a alegria do convívio entre a irmandade, podendo comprometer a salvação das almas que se contaminarem com esse conteúdo.
A Palavra de Deus diz claramente que a testemunha falsa que profere mentiras, entre outras coisas, aborrece o Senhor, e o que semeia contenda entre irmãos Sua alma abomina, ou seja, estes tornam-se horrendos, detestáveis perante o Senhor Deus. Portanto as nossas palavras devem ser pesadas à Luz da Palavra, como o Senhor Jesus testificou:
"Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado." (Mat. 12:37)
As palavras que originam esses males, faz o povo tornar-se enfermo na fé, suscitando discórdias, críticas e separações entre o povo e o ministério. Isto impede que haja o fruto do Espírito (Gal. 5:22) que é caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança.
Exortamos o povo, e principalmente os servos de Deus do Ministério, a que sejam prudentes em todo o viver, fugindo das contaminações heréticas e do caráter, oriundas desses maus costumes.
* 8. PALESTRAS COM PROFISSIONAIS DA SAÚDE MENTAL
As Congregações Cristãs não convidam profissionais da saúde mental para fazer palestras à irmandade por não ser essa a nossa missão enquanto Igreja. Portanto, não promovemos debates ou reuniões para essas finalidades, tampouco terapias e encontros de casais, visto que nossa missão é a propagação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, para a salvação das almas.
Ressaltamos, contudo, que não há qualquer restrição a se recorrer à consultas e tratamentos com psicólogos e psiquiatras, pois, são ramos da ciência médica como quaisquer outros.
9. BATISMOS – Complemento do tópico 25, de 2015
Por ocasião dos santos batismos, a Palavra, na guia de Deus, deverá ser direcionada aos ouvintes, exortando-os à salvação proposta por Nosso Senhor Jesus Cristo; é preciso esperar de Deus a revelação da Palavra sobre o assunto do batismo e, principalmente, não se distanciar desse assunto ao longo da pregação.
É indispensável no serviço de batismo a presença dos irmãos do ministério da localidade e das casas de oração próximas.
Nos Cultos e Reuniões de Jovens e Menores, bem como Reuniões para Mocidade que antecedem ao Batismo, convém que Anciães, Cooperadores do Ofício Ministerial, Cooperadores de Jovens e Menores, anunciem a realização dos batismos e ensinem a irmandade e a mocidade a convidarem os testemunhados para participarem do serviço de Batismo.
Quanto aos Cooperadores de Jovens e Menores é importante que convidem e acompanhem a mocidade a frequentar os batismos sempre que possível.
Destacar, nos batismos, que no nosso Hinário temos os Pontos de Doutrina e da Fé que uma vez foi dada aos Santos. O sinal escritural para ser batizado que deve ser procurado é a fé em Jesus Cristo para nossa salvação.
Não se deve prolongar o batismo, muito menos intimidar os testemunhados com ameaças de possíveis castigos divinos.
10. CASAS DE ORAÇÃO COM APENAS UM CULTO POR SEMANA OU SEM REUNIÃO PARA JOVENS E MENORES
Os irmãos que atendem as Reuniões Regionais Ministeriais – RRM, devem considerar junto ao Ministério dessas localidades a possibilidade de acrescentar, pelo menos, mais um Culto na semana e a Reunião para Jovens e Menores.
Locais onde existe pouca mocidade ou poucas crianças, considerar, pelo menos, a realização de Culto com a participação dos jovens e das crianças.
* 11. CONSIDERAÇÕES SOBRE COMO VIVER EM CRISTO
A falta de domínio próprio causa desequilíbrio em todo o viver da pessoa. Em Provérbios, no capítulo 25 e verso 28 diz a Palavra:
“Como a cidade derrubada, que não tem muros, assim é o homem que não pode
conter o seu espírito.”
É necessário não se esquecer que agora não somos mais de nós mesmos, mas que pertencemos ao Senhor Jesus, dividindo com Ele o nosso viver para que possamos caminhar nesta graça, sob a Sua luz. Não estando em comunhão com Ele, não poderemos seguir. Em Amós 3:3 diz a palavra:
“Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”
Entendemos que é necessário sermos guiados pelo Espírito de Deus em todo o nosso viver, pois se não tivermos mais o temor a Deus, não haverá mais desejo para nos submetermos à Sua vontade.
Assim, como não somos mais deste mundo, é necessário caminharmos unidos ao Senhor pela nossa comunhão com Ele, suprimindo os direitos e anseios de nossa carne, razões e sentimentos contrários à fé, para que possamos agradá-Lo, pois o próprio Senhor Jesus em sua oração pelos discípulos disse:
“Não são do mundo, como eu do mundo não sou.” (João 17:16)
Conclui-se que os males que existem no meio do povo de Deus têm sua origem no desequilíbrio de forças, pois quando nossos ímpetos, direitos e razões, imaginações e paixões assumem o comando de nosso viver, surgem as obras da carne:
“Porque a carne cobiça contra o Espírito e o Espírito contra a carne; e estes opõemse um ao outro, para que não façais o que quereis.” (Gal 5:17)
Quando os irmãos ou irmãs não se apercebem das deficiências de seu viver espiritual, passam a se comportar em dissoluções e contendas, afetando negativamente, tanto o convívio entre a irmandade como também na vida matrimonial e familiar.
Divergências ocorrem pela falta de controle e domínio próprio, demonstrando ausência da guia do Espírito Santo. Isso faz com que surjam as obras da carne as quais afastam o povo da presença de Deus.
Para que possamos dominar os ímpetos de nossa carne e nosso espírito, devemos orar incessantemente, buscando de Deus o Seu poder para vencermos nossos próprios sentimentos, como o apóstolo Paulo recomendou aos irmãos de Filipos, na carta escrita aos Filipenses, no capítulo 4, nos versos 5 a 9:
“Seja a vossa equidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. Não estejais inquietos por coisa alguma: antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso fazei; e o Deus de paz será convosco.”
* 12. A IMPORTÃNCIA DA BÍBLIA NA VIDA DO CRISTÃO
Todo o nosso aprendizado nasce de conhecer e aceitar a Vontade de Deus expressa na Bíblia, assumindo os compromissos que essa vontade celestial acarreta. Portanto, não oferece dúvidas o fato que a Palavra de Deus não pode ser falseada, não pode ser torcida ao sabor de nenhuma corrente filosófica, devendo ser respeitada como de fato é, a expressão do Deus todo poderoso e a descrição de Sua relação com o povo escolhido.
Cremos que a Bíblia é a coleção de livros santos e proféticos, sendo divinamente inspirada pelo Espírito de Deus, não foi escrita por injunção política ou interesse humano, mas sim, pelo poder de Deus manifesto aos homens (2 Ped. 1:20).
Cremos, e estamos alicerçados nessa fé, que o conjunto de livros que compõe versões confiáveis da Bíblia Sagrada não foram adulterados, não foram acrescentadas, tampouco omitidas, palavras, sendo as Santas Escrituras a expressão da Palavra de Deus destinada aos seres humanos.
Estamos bem firmes na certeza que, dado à singular importância da Bíblia para o nosso processo de salvação, o Senhor jamais teria permitido que o homem a tivesse adulterado a ponto de invalidála. Se tal pudesse ocorrer, seria um crime irremediável para com os Seus fiéis e, raciocinando pelo absurdo, uma prova de incapacidade do Deus supremo em preservar a Sua própria Palavra Escrita, para conhecimento da posteridade, a quem as promessas haviam sido feitas.
“E disse-me o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha palavra para a cumprir.” (Jer. 1:12)
Temos pleno conhecimento da onisciência, da onipresença e da onipotência do nosso Deus bendito, que colocou a Sua palavra acima de Seu próprio nome, conforme lemos no livro de Salmos, no capítulo 138:2:
“Inclinar-me-ei para o teu santo templo, e louvarei o teu nome pela tua benignidade, e pela sua verdade: pois engrandeceste a tua palavra acima de todo o teu nome”.
Outra vez, encontramos essa mesma certeza nas palavras de Nosso Senhor, relatadas no evangelho segundo Lucas, no capítulo 21:33:
“Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não hão de passar”.
Na vinda do nosso Senhor Jesus a este mundo, pela Sua vontade e obra, foi confirmada a total veracidade das Santas Escrituras profetizadas no Antigo Testamento, sendo cumpridas as profecias vaticinadas pelos santos do passado no tocante a missão Dele, e o estabelecimento de Seu reino sobre os Seus santos.
* 13. A MORTE CONTIDA NA LETRA – 2ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS 3:6
A expressão “a letra mata”, conforme consta na referência citada, refere-se ao fato de a Lei (letras gravadas) condenar o pecado de forma veemente, contudo, não oferecendo ao ser humano condições para vivenciar todas as ordenanças nela determinadas, tornando-o culpado face ao texto da mesma
Lei.
Nesse particular, Paulo se referia a incapacidade do homem à obediência da Lei do Antigo Testamento, pois no verso 20 do capítulo 3 da Epístola aos Romanos está escrito:
“Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado”
e no verso 28 diz:
“Concluímos pois que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.”
Somos ensinados pela Bíblia que a salvação somente é possível pela fé em Jesus Cristo, jamais pelas obras da Lei. Pela leitura da Bíblia vem o conhecimento para a salvação, por se tratar da Palavra de Deus.
A falta do conhecimento bíblico pode nos levar ao erro. Por isso, quando o Senhor Jesus foi interrogado pelos saduceus sobre a ressurreição, respondeu-lhes:
“...Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mat. 22:29).
Assim, é dever de todo cristão a leitura e meditação dos textos das Sagradas Escrituras, principalmente no Novo Testamento (Tópico 24, de 2017).
Dessa forma, aconselhamos a irmandade no sentido de não usar tal versículo para justificar a não leitura da Bíblia, pois quem assim o faz comete erro de interpretação do texto sagrado.
Pelo contrário, conforme recomendação no ensinamento acima referido, nossa aplicação à leitura da Palavra de Deus é salutar e necessária para nosso crescimento espiritual.
* 14. PECADOS OCULTOS
Todos os seres humanos possuem pecados ocultos em seu viver, pois há dificuldade em conhecêlos. O apóstolo Paulo lamentou pela dificuldade de conhecer os pecados que existiam em seu viver, dizendo:
“Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” (Rom. 7:24)
Davi, reconhecendo seu estado espiritual clamou:
“Quem pode entender os próprios erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos. Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim: então serei sincero, e ficarei limpo de grande transgressão.” (Sal. 19:12 e 13)
O homem tem predisposição para investigar os outros, buscando conhecer seus procedimentos, no intuito de julgá-los, desconhecendo assim o que disse o Senhor Jesus:
“Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mat. 7:5)
Também Salomão escreveu:
“A glória de Deus é encobrir o negócio; mas a glória dos reis é tudo investigar.” (Prov. 25:2 e 3)
Portanto, é recomendado que voltemos a atenção aos nossos próprios erros, discernindo diligentemente sobre a nossa própria conduta diante do Senhor.
* 15. O PECADO DA CONCUPISCÊNCIA
A concupiscência da carne é condenada pela Palavra de Deus por tratar-se de anseio exagerado.
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