NOTIFICAÇÃO DO BRÁS ALERTANDO TODA IRMÃDADE
Prezados Irmãos, paz de Deus.
Alertamos a nossa querida imandade sobre os perigos espirituais que envolve a festa popular do camaval.
Nesse evento, ocorrem atuações de forças espirituais contrarias que induzem a promiscuidade, prostituição, luxiria, blasfémias, nudez, profanação, uso Intenso de drogas, libertinagens e varias outras possessões malígnas.
Ocorre nesse periodo uma grande movimentação das forças espirituais das trevas que aproveitam da maior disposição humana a se entregar a toda sorte de carnalidade e pecado.
As músicas e as danças dessa festa, em sua maioria, compõem rituais que invocam os espíritos maus para subirem e festejarem o pecado junto com os carnavalescos.
Também não devemos acompanhar e assistir a essa festa onde quer que estivermos, pois estaremos. expostos ao mesmo mal.
Permaneçamos fieis aos santos conselhos da Palavia de Deus, longe da tentação deste mundo de pecado e de tudo que é reprovado pela Palavra de Deus.
“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o ‘amor do Pai não está nele.
Porque tudo que não há no mundo, a concupisciencia da carne, a concupisciencia dos olhos e a soberba da vida, não é dio Pai, mas do mundo.” (1J0 2:15 e 16)
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DEVOCIONAL: “UM POUCO DE LUZ” (24/01/2026)
PELOS SEUS FRUTOS OS CONHECEREIS (Mt 7:16). Jesus quem disse, ao dar instruções aos seus discípulos em todo o capítulo 7: sobre julgamentos, sobre lançar coisas santas aos cães e pérolas aos porcos; sobre buscar crendo que Deus é o nosso Pai Celestial; que os homens que amam seus filhos procuram dar o melhor, embora sendo maus por natureza; Ele dará coisas boas aos que lhe pedirem.
Que devemos fazer aos homens tudo que queremos que nos faça; a entrar pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição; mas estreita é a porta e apertado o caminho que leva à vida, por isso poucos a encontram. Adverte sobre os falsos profetas. Por seus frutos os conhecereis.
Conhecemos se é laranja ou limão, se azeda ou doce, quando experimentamos. Não são os arroubos; manifestações súbitas e intensas de sentimentos ou emoções de um pregador que consegue atrair um verdadeiro adorador. São os seus frutos no dia a dia.
Não é um êxtase espiritual, paixão, e até aparente humildade numa tribuna, fazendo o pregador agir como se estivesse fora de si, num ímpeto arrebatador, que o identifica como servo daquele que sendo Senhor se fez servo. São os frutos no seu ministério fora do púlpito, ao apascentar com carinho as ovelhas do Grande Pastor, que o identifica.
Viajando para o sul, em duas ocasiões experimentamos a veracidade das palavras de Jesus. Adentrando num posto de gasolina, num domingo à tarde, que estava sendo desativado, restando só uma bomba e uma borracharia fechada, tivemos um pneu de nosso carro estourado. Um casal de idosos, neste “deserto”, certamente precisava de ajuda.
Um jovem senhor, casado, aproximou-se rapidamente e ofereceu ajuda. Fez a troca do pneu e notando nossa preocupação em seguir viagem com o estepe, disse palavras abençoadoras e nos desejou boa viagem. Perguntamos o preço do serviço, respondeu que não tinha preço, queria só ajudar. Claro que insistimos, dando algo que consideramos correspondente ao serviço.
Mas então perguntei: Você é cristão? Sim, nos disse, filho de presbiterianos, mas casei-me com estranha a fé e acabei abandonando a Igreja. Mas sinto falta. Foi um momento da presença de Deus, e o aconselhamento a voltar à sua Igreja, a voltar para o Senhor, pois as orações de seus pais certamente aguardavam o agir de Deus. Foram seus frutos, não pela ajuda em si, mas pela maneira amorosa, que nos fez ver que era um discípulo de Jesus; embora distante do rebanho.
Noutra ocasião foi o garçom num desses restaurantes de estrada, que pela maneira de servir, como se fossemos as pessoas mais importantes, que me levou a perguntar: você é cristão? Sim, sou filho de pais CCB, mas estou desviado e sinto falta. Notei que havia tentado à comunhão, mas o acolhimento não aconteceu. Mas pelos frutos nós o identificamos como ovelha do Senhor. E o aconselhamos.
Não é a placa e o CNPJ de uma denominação que nos identifica como seguidores de Jesus; mas são os frutos. Não nascemos na graça por nascer de pais crentes, no seio de uma Igreja Cristã, mas por receber a Jesus como nosso Salvador. São os frutos que dizem quem somos.
O bom samaritano da parábola contada por Jesus, “carregava consigo uma placa” que o identificava como desviado do grande templo em Jerusalém. Mas o que ele fez com o homem caído na estrada, sem perguntar nada sobre o homem, que o consagrou como digno de exemplo para todos nós. Foram os frutos.

