Vídeos de horror: acusado de matar a esposa é retirado da cela, espancado e queimado vivo em frente à delegacia em Tonantins
Vídeos de horror: acusado de matar a esposa é retirado da cela, espancado e queimado vivo em frente à delegacia em Tonantins
Tonantins (AM) – Uma cena brutal e carregada de fúria coletiva marcou a noite deste sábado (2) no município de Tonantins, interior do Amazonas. Um homem acusado de matar a própria companheira, identificada apenas como “Lene”, foi retirado à força de dentro da 54ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), espancado até perder os sentidos e depois incendiado em via pública, diante de dezenas de testemunhas.
De acordo com relatos de moradores, o suspeito, conhecido pelo apelido de “Compensa”, havia sido preso momentos antes e levado algemado à delegacia local. A chegada dele ao prédio foi acompanhada por uma multidão enfurecida, que já se aglomerava em frente à unidade exigindo justiça. Vídeos gravados por populares mostram o clima tenso e ameaças de linchamento antes mesmo da invasão.
Apesar da presença de policiais civis e militares, os ânimos da população não foram contidos. Um grupo de pessoas encapuzadas conseguiu escalar o portão da delegacia, invadir o espaço e arrastar o homem da cela. As imagens que circulam nas redes sociais mostram o acusado caído no chão, sendo espancado com chutes, socos e pedaços de madeira. Em seguida, um líquido inflamável é despejado sobre o corpo da vítima, que é então arrastada para fora do prédio e incendiada na calçada, sob gritos de aprovação.
A barbárie foi presenciada por dezenas de moradores, muitos dos quais filmaram e incentivaram o ato, enquanto poucos agentes tentavam — sem sucesso — conter o avanço da multidão. A motivação da revolta seria o assassinato de Lene, que ainda está sendo investigado como feminicídio pela Polícia Civil do Amazonas.
Diante da gravidade do episódio, a Delegacia Geral deve assumir a investigação e não descarta enviar reforços ao município para apurar os responsáveis pelo linchamento e restabelecer a ordem. Até o momento, a Secretaria de Segurança Pública do Estado não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
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